AI Operations OS · Workflows e Agentes

Agentes trabalham dentro do workflow — não ao lado dele.

A Alltera não entrega um catálogo de agentes avulsos. Agentes especializados rodam dentro de um workflow ponta a ponta, com estados, exceções e Human-in-the-Loop já definidos.

Papel

O workflow é a unidade de valor. O agente é infraestrutura.

O caso tem trigger, intake, contexto, decisão, ação, exceção e resultado. Agentes coordenam etapas, chamam skills e tools, e transferem quando o risco ou a política exige uma pessoa.

A autonomia é progressiva. Um agente que prioriza a fila de cobrança não é o mesmo que lança um ajuste no ledger. O OS deixa essa distinção explícita.

Fig. 01Caso em produção
  1. 01Trigger
  2. 02Intake
  3. 03Decide
  4. 04Act
  5. 05Close
  6. Exceção · Human-in-the-Loop
  7. Avaliar · subir ou congelar autonomia
Em produção

O que os agentes fazem quando o caso é real.

01

Orquestração

O próximo passo sai do estado do workflow, não de um chat sem recorte.

02

Skills, não prompt como produto

Skills reutilizáveis classificam, extraem, conciliam, redigem e decidem sob política.

03

Ação no sistema

Gravação em ERP, CRM e sistema de registro — o caso precisa completar onde o trabalho já vive.

04

Roteamento de exceção

Baixa confiança, dado faltante ou limite de alçada interrompe o caminho e abre tarefa humana.

05

Evidência

Toda ação material deixa trilha: entrada, política, rota de modelo e resultado.

06

Avaliação

A qualidade é medida em casos reais e usada para subir ou congelar autonomia.

Comece pelo workflow que o agente deve servir.

Mapeamos o caso antes de introduzir um agente.

Agentes trabalham dentro do workflow — não ao lado dele. — Alltera